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Descubra as diversas gamas de lubrificantes que a Galp disponibiliza para os diferentes tipos de veículos. Saiba qual o melhor para o seu negócio.

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Seja para as indústrias rodoviária, química, construção civíl, marítima e agrícola, descubra toda a gama.

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Conheça as razões que fazem da Galp a parceira certa para acrescentar valor ao seu negócio.

controlo e qualidade

Para que cheguem até si, produtos de qualidade, a Galp faz um controlo rigoroso da sua produção.

proximidade

A equipa da Galp está sempre disponível para facilitar a gestão do seu negócio, fomentando uma relação próxima de parceria.

22 países

Para que o seu negócio não pare, a Galp disponibiliza os seus lubrificantes em 22 países.

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Ligeiros, motociclos ou pesados, nos postos Galp encontra uma gama de lubrificantes dedicados a todo o tipo de veículos.

onde encontrar a Galp

Operamos em 22 países para que nunca acabe a matéria prima do seu negócio. Saiba em que localidades pode contar com a Galp.

uma tecnologia avançada

A Galp é lider de mercado em Portugal graças aos seus valores de confiança, sustentabilidade, parceria, inovação e agilidade.

equipa especializada

Disponibilizamos equipas especializadas, com anos de conhecimento e experiência adquirida, para lhe dar os resultados para rigorosos.

acompanhamento e rapidez

Proteja e melhore a performance dos seus equipamentos com lubrificantes certificados.

desenvolvimento à medida

A Galp acompanha-o desde o primeiro contacto respondendo às suas necessidades de forma rápida e eficaz.

recomendações de segurança

Saiba como garantir a segurança de todos os utilizadores de lubrificantes, assegurando o correto armazenamento e manuseamento destes produtos, aumentando o seu tempo de vida útil.

Saiba como armazenar lubrificantes
  • armazenamento

    As áreas de armazenamento devem estar limpas, secas, protegidas da luz solar e com ventilação adequada.

  • temperatura

    A temperatura da área de armazenamento não deve ser inferior a –10ºC nem superior a +35ºC.

  • aquecimento

    Os produtos devem ser mantidos a mais de 1 m de aquecedores ou de tubos de aquecimento, assim como de zonas onde possa ocorrer condensação.

  • precaução

    Caso tenham de ser armazenados ao ar livre, por curtos períodos de tempo, os recipientes devem ser colocados ou protegidos para que a água não possa entrar pela abertura. Por exemplo, no caso de tambores, estes devem ser colocados horizontalmente.

  • fugas

    É necessário verificar periodicamente a aparência exterior dos recipientes para averiguar possíveis fugas, danos e ferrugem.

  • prevenção

    Os recipientes devem ser sempre mantidos fechados para prevenir contaminação por pó, humidade ou outro tipo de impurezas, bem como eventuais contaminações por derrame de outras embalagens.

  • embalagens

    Se transferir um lubrificante para uma embalagem mais pequena, deve assegurar-se de que o novo recipiente está limpo, sem qualquer líquido e sujidade. Deve evitar derramá-lo.

  • manuseio

    Se as massas lubrificantes forem armazenadas por um período longo, poderá ocorrer alguma separação de óleo. Não se deve remover o óleo separado, mas sim agitar a massa e o óleo, que irão novamente fundir-se. Esta situação pode ser evitada, alternando a posição do contentor uma vez por mês.

recolha e tratamento dos óleos lubrificantes usados

A Sogilub é referência na requalificação de resíduos industriais e recolha de óleo usado.

Saiba mais sobre a recolha de lubrificantes

conheça a voz dos nossos clientes

Veja o que diz quem trabalha connosco diariamente.

tem questões sobre os nossos lubrificantes?

Encontre aqui as respostas que precisa.

Podem misturar-se diferentes lubrificantes de motor?

Os lubrificantes para motor só são certificados (API, ACEA) se forem compatíveis e miscíveis com os restantes que já existem no mercado, pelo que podem ser misturados entre si.

Os Lubrificantes 100% Sintéticos, sintéticos e minerais também são compatíveis entre si, podendo igualmente ser misturados. A única preocupação a ter é verificar o Nível de Performance do Lubrificante de atesto, relativamente ao existente no carter. Deve-se atestar com um lubrificante do mesmo nível ou de nível superior. Se tal não se fizer, vamos baixar a performance da carga existente no cárter.

Atenção que o referido anteriormente só se aplica aos lubrificantes para motor. Noutras aplicações poderão existir incompatibilidades.

O que são Lubrificantes Low-SAPS?

São Lubrificantes formulados com aditivos com baixo teor em cinzas sulfatadas (Sulphated Ash), fósforo (Phosphorus) e enxofre (Sulfur).

A sua utilização é necessária nos motores mais recentes, com o intuito de proteger os sistemas de pós-tratamento de gases de escape.

Os lubrificantes para motor têm prazo de validade?

Não. Quando armazenado em perfeitas condições o lubrificante mantém as suas propriedades durante um período de tempo bastante alargado.

Os contaminantes mais comuns são a água e as impurezas. Este tipo de contaminação pode ocorrer através de embalagens danificadas ou mesmo através do bocal da embalagem (quando aberto) ou quando a embalagem está sujeita a condições de armazenagem incorretas (exemplo: no exterior sem proteção de chuva e poeiras)

Em situações de embalagens armazenadas durante algum tempo, recomenda-se a agitação da embalagem antes da utilização, de forma a garantir uma perfeita homogeneização dos aditivos com o óleo base.

Um carro menos moderno pode usar um óleo de última geração?

Sim. Pode usar um óleo que possua um nível de desempenho superior ao recomendado pelo fabricante para o seu motor.

O inverso é que não é recomendado.

Recomenda-se, contudo, que ao colocar este óleo de nível de qualidade superior realize a troca do filtro de óleo e repita esta operação, num intervalo menor do que o indicado pelo fabricante.  Isto deve-se ao facto de que os óleos mais avançados limpam mais o motor e desta forma tendem a obstruir o filtro num período mais curto. Após este procedimento ser realizado, pode voltar a seguir os períodos de troca usuais e garantir uma melhor lubrificação do seu veículo.

Como escolher o lubrificante adequado para o meu veiculo?

Deve consultar o manual de instruções do automóvel, procurar por lubrificante/Óleo de Motor e verificar os requisitos que essa marca considera adequados para uma maior proteção do motor em questão.

Para além do nível de performance, estará igualmente indicada o grade de viscosidade.

Deverá posteriormente selecionar um Lubrificante Galp que reúna esses requisitos.

Essa informação está indicada no rótulo da embalagem (ver acima).

O que fazer com os lubrificantes usados?

O Lubrificante usado é classificado como um resíduo perigoso de elevado risco para a saúde e meio ambiente. Como tal, a sua recolha, armazenagem, tratamento e encaminhamento, são essenciais.

Desde Julho de 2005, que este processo é gerido pela SOGILUB (Sociedade de Gestão Integrada de Óleos Lubrificantes Usados), entidade responsável em Portugal pela organização e condução do SIGOU (Sistema integrado de Gestão de Óleos Usados).

        

A GALP foi a 1ª empresa a celebrar contrato com a SOGILUB, garantindo deste modo que todos os óleos Galp colocados no mercado terão o tratamento adequado e exigido por lei, diminuindo assim o impacto nocivo dos mesmos na Natureza.

Depois de recolhidos, os lubrificantes usados são tratados e enviados para empresas licenciadas, para procederem à sua regeneração, reciclagem ou valorização energética.

 

Para os utilizadores particulares que optem pelo “DIY- Do it yourself”, existem alguns locais preparados para receber pequenas quantidades de óleos lubrificantes gerados no âmbito doméstico.

Estes locais podem ser identificados através do site: www.sogilub.net  ou da app smart Lubi  ou ainda através do call center da SOGILUB.

Lubrificantes para motor: O que são e para que servem?

Os Lubrificantes são substâncias formadas por uma mistura de óleos base e aditivos.

A sua utilização tem por intuito prolongar a vida útil do equipamento. Este objetivo é conseguido através das seguintes funções principais:

- Lubrificar e proteger: Quando colocados entre duas superfícies, formam uma película protetora, impedindo o desgaste e reduzindo o atrito entre elas;

- Limpar

- Arrefecer

- Vedar

Para além disso, o óleo para motor utilizado, poderá promover economia de combustível e ter impacto nos gases poluentes emitidos para o meio ambiente.

Mineral versus Sintético

 

  O Lubrificante é composto por Óleos Base (OB) e aditivos. Numa formulação típica, a percentagem de OB varia entre 70-99%. O tipo de OB, mineral ou sintético, determina a designação do óleo para motor.

   A API (American Petroleum Institute) divide os OB em 5 grupos, tendo em conta 3 características: Índice de Viscosidade (capacidade do óleo em manter a sua viscosidade com a variação da temperatura); Enxofre (quanto menor a sua percentagem, menor a probabilidade de surgirem ácidos potencialmente corrosivos); Nível de saturados (quanto mais elevado, mais estável o OB, menor a sua propensão para oxidar).

 

Em geral consideram-se sintéticas, as bases a partir do Grupo III, inclusivé.

   O tipo de OB tem influência nas características do Lubrificante. As bases sintéticas apresentam características superiores às minerais, por exemplo:

  •  Maior resistência à oxidação. Permite um tempo de serviço mais alargado;
  •  Maior estabilidade térmica. Suporta temperaturas mais elevadas e degradam-se menos com o calor;
  •  Menor volatilidade. Contribui para um menor consumo de lubrificante;
  •  Índice de Viscosidade mais elevado;
  •  Ponto de Fluxão mais baixo. Congela a temperaturas mais baixas garantindo uma melhor lubrificação “a frio”.

   Estas características, associadas ao tipo de processo utilizado para a produção do OB, determina um preço mais elevado para as bases sintéticas.

   No entanto, há que referir que a performance final do Lubrificante depende não só do OB mas também dos aditivos utilizados, e é visível através das especificações cumpridas pelo Lubrificante.

O que é a viscosidade de um lubrificante?

    A viscosidade consiste na resistência de um fluido a escoar a uma determinada temperatura e é considerada a principal característica de um Lubrificante.

   

    A sua seleção é baseada em três fatores:

  1. Velocidade: quanto maior a velocidade das peças em movimento, maior a facilidade em manter a película lubrificante, podendo neste caso ser utilizado um Lubrificante menos viscoso, mesmo em situação de cargas elevadas. Além disso, quanto maior a velocidade das peças, maior a fricção entre estas e o Lubrificante, havendo diminuição de potência. Novamente se utilizarmos um Lubrificante menos viscoso, esta variação de potência será menos sentida.

 Inversamente, peças com um movimento mais lento requerem a utilização de um Lubrificante mais viscoso, de modo a diminuir o escorrimento do mesmo;

    2. Temperatura: temperaturas de operação elevadas promovem a diminuição da viscosidade do Lubrificante, havendo necessidade de utilizar, neste caso, um produto mais viscoso para compensar esse efeito. A temperatura baixas, o óleo terá um comportamento inverso;

 

    3. Pressão: em condições elevadas de pressão o Lubrificante é comprimido e parcialmente empurrado para fora do equipamento, sendo necessário utilizar um produto mais viscoso.

   

Assim, na seleção do Lubrificante mais adequado, tem de se ter em conta os três fatores em simultâneo. Por exemplo, em condições operacionais de velocidade elevada, baixa temperatura e baixa pressão, deve-se utilizar um óleo menos viscoso.

 

    O Grade Viscosimétrico de um Lubrificante é obtido através de tabelas universais específicas e as mais utilizadas são: SAE J300 para os motores, a SAE J306 para as transmissões, e a ISO VG para os Lubrificantes destinados à Indústria.

 

A não ser que haja um motivo específico, por norma devemos seguir o grade de viscosidade indicado pelo construtor do equipamento.

O que significa...

Saiba o significado das siglas mais utilizadas no mundo dos lubrificantes.

   API – American Petroleum Institute – organização que reúne os vários intervenientes da indústria petrolífera (produtores, refinadores, marketers e distribuidores) na promoção do seu desenvolvimento.

   ACEA – Association des Constructeurs Europeéns d´Automobiles – representa esta indústria perante a  União Europeia. Emite regularmente standards de performance para óleos de motor (nível ACEA) reflectindo a evolução das necessidades do mercado.

   JASO – Japanese Automotive Standard Association – semelhante à ACEA, para o mercado Japonês.

  ATIEL – Association Technique de L'Industrie Européenne des Lubrifiants – formada pelos principais produtores europeus de Lubrificantes. Promove o diálogo entre empresas, sobre questões técnicas de Lubrificantes Auto e desenvolve estratégias de acompanhamento às exigências e mudanças da tecnologia dos motores.

   SAE – Society of Automotive Engineers – organização responsável pelo estabelecimento de muitos standards nas industrias automóvel e aviação, nomeadamente do sistema de classificação dos lubrificantes para motores automóveis (Ex.: grade SAE 15W40)  e transmissões.

   ISO  - International Standards Organization – a sua principal actividade é o desenvolvimento de standards para a Indústria, sendo o mais utilizado o da classificação dos lubrificantes industriais de acordo com a viscosidade do produto. 

   ASTM – American Society for Testing and Materials – organização dedicada ao desenvolvimento de materiais e standardização das especificações, métodos e testes de análise. É relevante a importância destes testes e métodos na caracterização e especificação dos produtos petrolíferos.   

    NLGI – National Lubricating Grease Institute –dedica-se ao estudo de massas lubrificantes e respetivas tecnologias. Criou também um sistema para a classificação das massas de acordo com a sua consistência.

Não. Os Lubrificantes não são todos iguais!

A variedade de equipamentos que existe tais como motores, transmissões, sistemas hidráulicos, entre outros, cada qual com as suas especificidades, determina a diversidade de lubrificantes existente.

   De um modo geral todos os lubrificantes impedem o desgaste e reduzem o atrito dos equipamentos mas em concreto cada lubrificante tem uma finalidade sendo assim constituído por uma determinada mistura de óleos base com aditivos. Portanto, dependendo da sua finalidade o óleo de motor apresentará características específicas de acordo com o equipamento onde vai ser utilizado.

    No entanto, os lubrificantes destinados ao mesmo tipo de aplicação, produzidos com o mesmo tipo de base, mineral ou sintética, podem ainda diferir tendo em conta as especificações recomendadas pelo construtor do equipamento (OEM) e o grade viscosimétrico que apresentam.

Este grade está intrinsecamente relacionado com a viscosidade, a qual é a principal característica de um lubrificante e que se define pela sua resistência a fluir.

Legislação sobre emissão de poluentes e novos lubrificantes

As alterações na legislação que regulamenta as emissões de poluentes tanto de veículos ligeiros como pesados são um dos principais drivers para a evolução dos Lubrificantes para Motores.

As consecutivas reduções nos níveis de emissões tanto de compostos de azoto como de compostos de carbono e partículas levam a que os construtores de motores tenham de optar por soluções tecnológicas de ponta na conceção de motores e por equipamentos de pós tratamento de gases de escape, como EGR, DPF, TWC, SCR.

Estas soluções obrigam à utilização de óleos de motor com características especiais que possam garantir que o motor funcione como expectável, cumpra os limites de emissões, promova poupança de combustível e preserve a vida dos equipamentos acessórios.

 

Os construtores de motores, com base nas soluções por que optaram, definem uma série de testes e características que compõem uma especificação para o lubrificante. Estas especificações são divulgadas internacionalmente e os lubrificantes são desenvolvidos para as cumprir.

Um dos casos que evidencia esta relação, são as Regulações de Emissões Europeias e as alterações que provocam nas especificações ACEA.

 

Como na escolha de qualquer Lubrificante, deve ter-se em consideração a recomendação do construtor do motor e ter a confiança de que o produto que escolhemos a cumpre. Só assim se poderá garantir a maior rentabilidade dos equipamentos e a ausência de problemas no funcionamento no dia a dia.

O meu carro tem DPF, posso utilizar qualquer óleo 5W30?

Não. Os carros com DPF (Filtros de partículas) têm de utilizar um lubrificante Low-SAPS, de forma a não colmatar o filtro.

A forma mais simples de identificar estes produtos é através da performance indicada no rótulo das embalagens.

A ACEA (Associação de Construtores Europeus), emite periodicamente um documento designado “Sequências de Lubrificantes Europeus ACEA”, que indica os requisitos mínimos que um lubrificante tem de cumprir para poder ser utilizado no motor de um veículo. Os Lubrificantes para motores de veículos Ligeiros com Filtros de Partículas vêm identificados como ACEA Cx. (C1, C2, C3, C4 ou C5).

 

No entanto a marca em questão pode exigir algum requisito extra, para além do nível ACEA.

É por isso fundamental, ver primeiro o que é indicado no manual do veículo, e seguir à risca o que é recomendado pelo construtor do equipamento.

Quando se deve mudar o lubrificante de motor

Não existe resposta universal para esta pergunta. O período adequado para se fazer a muda de óleo depende de diversos fatores:

- Tecnologia do motor (potência, nº rotações, temperatura);

- Tipo de Condução (suave, desportiva);

- Percursos dominantes (cidade, estrada);

- Cargas transportadas;

- Intensidade de utilização do veículo;

- Lubrificante utilizado (nível de performance, mineral ou sintético).

 

De um modo geral os fabricantes aconselham uma certa quilometragem para se fazer a mudança do óleo. Esta indicação do construtor, que é genérica, deve ser aperfeiçoada com a consideração das variáveis atrás referidas. Se as condições de utilização são severas, será prudente reduzir o período de muda. Se se utilizar um lubrificante de elevado Nível de Performance e este for sintético, o período de muda pode ser alargado.

Devo mudar o filtro de óleo sempre que mudo o óleo de motor?

É o procedimento mais adequado. O filtro “antigo” está sujo com impurezas e contaminantes. Ao proceder à sua substituição sempre que se muda o óleo estamos a eliminar o risco de contaminar o óleo novo com estas impurezas.

Devo mudar periodicamente o lubrificante de motor ou posso simplesmente efetuar atestos consecutivos?

O Lubrificante vai perdendo as suas propriedades ao longo do período de utilização: os aditivos vão sendo consumidos, o lubrificante vai ficando oxidado e ocorrem contaminações com resíduos provenientes da câmara de combustão ou mesmo com combustível.

Assim, o lubrificante de motor deve ser mudado periodicamente, de acordo com a indicação da marca.

Os atestos servem apenas para repor o nível de óleo.

Quando deve ser verificado o nível de óleo do motor?

A verificação do nível do óleo de motor deveria constituir uma rotina periódica (de 500 em 500 km) do automobilista e a par, por exemplo, da verificação da pressão dos pneus e do nível do líquido de refrigeração.

A passagem do nível do traço máximo para o traço mínimo da vareta do óleo, corresponde à falta de uma quantidade significativa na carga do cárter. Deixar o nível do óleo descer abaixo do traço mínimo da vareta corresponde a entrar-se num regime de lubrificação problemático, com risco de ocorrer uma gripagem do motor.

Existe algum problema com a colocação de lubrificante em excesso no motor?

Sim. Colocar lubrificante a mais pode provocar danos consideráveis no motor. O aumento de pressão originado pelo excesso de óleo pode danificar os vedantes, provocando fugas no motor.

Existe ainda o fator ambiental: Efetuar um atesto em excesso, pode provocar derrame de lubrificante no meio ambiente no momento em que se efetua ou depois, durante a marcha do veiculo.

É normal que haja consumo de óleo nos motores?

Sim, é normal que haja algum consumo de óleo. Isso deve-se a perdas por evaporação, a alguma passagem de óleo para a câmara de combustão e a outros fenómenos de menor importância (fugas pelas juntas ou pelo bujão, entre outros).

Consoante as tecnologias dos motores, assim haverá maior ou menor consumo de lubrificante. Compete ao construtor do veículo indicar o máximo admissível deste consumo dentro de um nível que seja normal.

O consumo excessivo, evidencia a existência de um problema e pode dever-se a:

• Lubrificante inadequado;

• Deficiências mecânicas;

• Apertos a precisarem de ajustes;

• Condução demasiado severa.

Devo adicionar algum aditivo ao óleo para melhorar o desempenho do meu motor?

Não há necessidade de adicionar aditivos complementares ao óleo. Os lubrificantes recomendados já possuem todos os aditivos necessários para atenderem perfeitamente ao nível de qualidade exigido.

Lubrificantes novos: perigosos para a saúde?

Em geral, os lubrificantes novos não colocam problemas graves para a saúde dos utilizadores. Os problemas de riscos mais comuns prendem-se com a eventual presença de algumas substâncias tóxicas e/ou irritantes utilizadas na aditivação.

No entanto, se houver algum tipo de perigosidade, ele virá obrigatoriamente identificado nas embalagens pelas etiquetas próprias que identificam o perigo e as respetivas "frases de risco e segurança”. A cada lubrificante está também associada uma ficha de segurança, onde se descriminam os riscos e as medidas de segurança e de proteção apropriadas.

O que fazer com as Embalagens vazias de Lubrificantes Galp de 1L e 5L?

Deve colocar as embalagens de 1L e 5L vazias (e bem escorridas) no ecoponto amarelo.

A Galp aderiu ao Sistema Integrado Ponto Verde na qualidade de Embalador/Importador. Assim, mediante o pagamento de contrapartidas financeiras, a Galp transferiu para a Sociedade Ponto Verde a gestão conjunta dos resíduos de embalagens que lhe são declaradas, garantindo a sua reciclagem ou valorização. Este sistema inclui apenas as embalagens não reutilizáveis de 1L e 5L.

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